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| Juliana Paes: entre as celebridades brasileiras adeptas dos charmosos acessórios |
Possivelmente (diz-se assim porque a literatura a respeito é rara e imprecisa) surgidas entre tribos orientais – das mesmas que chegaram às Américas antes mesmo de Cabral e Colombo – e meso-ocidentais, serviram as pulseiras para designar atribuições ou eram meramente decorativas? Provavelmente um pouco de cada coisa. Uma vez que os povos antigos, tanto quanto nós, apreciavam ornar-se com artefatos e desenhos (não esqueçamos que as tatuagens também provêm de épocas muito, muito antigas). No Brasil, o pontapé "inicial" foi dado com produções ambientadas em países como Marrocos, Índia e Turquia. Mas nada disso estava fora de consonância com o movimento internacional dessa tendência que, ao que tudo indica, veio mesmo para ficar (que bom!). Até mesmo em filmes e outros tipos de produtos ambientados em futuros distantes, pós-apocalípticos ou não, apresentam variadas versões dos acessórios, ora rústicos - "just a little dirty" - quase imperceptíveis, ora polidos e chiques, na forma de joias.



